
«A
febre, que desagradável! Os suores. A tosse, o mais penoso!»
― Não
serão febres de África, doutor?
«Tuberculose?
“Santa mama preta da minha ama sudanesa”!»
«Ah,
o fulgurante Manifesto!
Paris. “A furiosa vassoura da loucura arrancou-nos de nós mesmos e
enxotou-nos pelas ruas”. Dórdio, Amadeu, Manuel Jardim. O Diogo.
Como o pobre me conheceu... À minha cintilante genialidade
futurista. O porteiro do museu Carnavalet a enxotar-me, e eu aos
urros, aos brados, em língua acabada de inventar. Só porque me
sentei na cadeira de Voltaire. Sim, cruzei a perna e acendi um
cigarro. Tinha de experimentar...